AS VARIÁVEIS SÃO TÃO EXTENSA QUE É MUITO DIFÍCIL A PREVISÃO COM TODA A TECNOLOGIA DO SÉCULO 21, MAS É POSSÍVEL SABER APROXIMADAMENTE DEPENDENDO DE VARIÁVEIS FISIOLÓGICA, GENÉTICAS, IMUNOLÓGICAS E METABÓLICAS INDIVIDUAIS.

EXISTEM MUITAS CAUSAS DE BAIXA ESTATURA DESDE A FASE FETAL. CRIANÇA, DURANTE A INFÂNCIA E A ADOLESCÊNCIA. CERCA DA METADE DE TODAS AS CRIANÇAS ENCAMINHADAS A ENDOCRINOLOGISTAS ESPECIALIZADOS PARA AVALIAÇÃO DE SEU CRESCIMENTO APRESENTAM VARIANTES NORMAIS DE BAIXA ESTATURA.

ISSO SIGNIFICA QUE SUA ALTURA CAI ABAIXO DO PONTO DE CORTE CONVENCIONAL DE 2 DESVIOS PADRÃO ABAIXO DA MÉDIA, MAS ELES TÊM INCREMENTOS SAUDÁVEIS NO CRESCIMENTO QUE SÃO PARALELOS AOS CANAIS DE CRESCIMENTO NOS GRÁFICOS DE CRESCIMENTO PADRÃO PARA A POPULAÇÃO EM GERAL. UMA DEFICIÊNCIA NO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO É A PRINCIPAL CAUSA ENDOCRINOLÓGICA DE BAIXA ESTATURA PATOLOGICAMENTE. CADA TÓPICO NÃO SE TRATA DE REPETIÇÃO DE MATÉRIAS ANTERIORES NA SEQUÊNCIA DESSAS PESQUISAS PROSPECTIVAS, MAS SEU ENDOCRINOLOGISTA OU NEUROENDOCRINOLOGISTA DE CONFIANÇA E EXPERIENTE, PODERÁ COMPLEMENTAR EM CASO DE ALGUNS DETALHES QUE NÃO FOREM CONTEMPLADO COM ESTE RESUMO, DEVIDO A COMPLEXIDADE E EXTENSÃO DO ASSUNTO DE UMA PESQUISA PROSPECTIVA. FISIOLOGIA–ENDOCRINOLOGIA–NEUROCIÊNCIA ENDÓCRINA (NEUROENDOCRINOLOGIA) – GENÉTICA–ENDÓCRINO PEDIATRIA (DIVISÃO DA ENDOCRINOLOGIA) E AUXOLOGIA = CRESCER (SUBDIVISÕES DA ENDOCRINOLOGIA): DR. CAIO JR., JOÃO SANTOS ET DRA. CAIO, HENRIQUETA VERLANGIERI. SÃO PAULO.

Um dos principais objetivos do tratamento com hormônio do crescimento em crianças (que geralmente são pré-púbere no início do tratamento) é acelerar a velocidade do crescimento para reduzir discrepâncias na altura com os pares durante a infância e adolescência e permitir que eles atinjam uma altura adulta. Proporcional ao seu potencial genético. O tratamento com rGH (receptor) pode ser usado com segurança em crianças com ISS – deficiência de crescimento de causa desconhecida). O tratamento prolongado com GH – hormônio de crescimento irá melhorar o déficit de altura e na maioria dos pacientes podem atingir a altura desejada. Como a única fonte de hormônio do crescimento antes de 1985 eram as glândulas pituitárias retiradas de cadáveres, nunca havia hormônio do crescimento disponível o suficiente para atender às necessidades de crianças com deficiência. O tratamento foi, portanto, restrito àqueles com as deficiências mais graves. O hormônio tornou-se mais amplamente disponível depois que o hormônio de crescimento por DNA recombinante foi fabricado em 1985, mas utilizado em grande número de pacientes na década de 1990 com efeito mais adequados e feitos colaterais estatisticamente desprezível.

A disponibilidade do hormônio de crescimento Biosintética garante que as crianças com deficiência possam ter terapia de reposição, mas também criou a oportunidade de tratar crianças com baixa estatura, mas sem deficiência. Com o passar do tempo, algumas dessas aplicações não tradicionais mais recentes estão sendo aceitas como padrão de atendimento nos Estados Unidos, não é diferente no Brasil. O tratamento de crianças pequenas que não são deficientes em hormônio do crescimento é baseado na crença generalizada de que ser mais alto melhora o bem-estar psicológico das crianças. Além disso, acredita-se que o aumento da altura reduza ou elimine seu status de risco para o desenvolvimento de problemas na idade adulta. Hoje se sabe que naturalmente o eixo GH-IGF-1 (fator de crescimento similar a insulina) não passa de 90 a 92 % da capacidade genética para fins de eficiência de crescimento.

Portanto, como é um campo fértil para pesquisas, mas se sabe que outros mecanismos passam a ser eficientes com a utilização do GH -hormônio de crescimento. O uso mais amplo dessa intervenção hormonal comparativamente intensiva, crônica e onerosa é apoiado por queixas feitas por jovens curtos de estresses psicossociais relacionados à sua altura e pelas crenças da sociedade sobre as desvantagens de serem curtas. Nos Estados Unidos, o hormônio do crescimento é mais frequentemente prescrito para jovens que não têm deficiência de hormônio do crescimento do que para aqueles que o são, no Brasil também é um fato.

Diretrizes práticas sobre o uso de hormônio de crescimento em crianças com baixa estatura indicar claramente que as decisões relativas “instituir ou continuar o tratamento deve ser individualizado … e ser guiados pelo objetivo de melhorar a qualidade de vida da criança e do futuro adulto.” Um detalhe importantíssimo, são as fases de crescimento de crianças, e uma pergunta sempre vem à cabeça de profissionais e dos pais, porque o estirão ou surto não são próximos entre indivíduos com mesma idade e gênero, principalmente se não tem deficiência de GH -hormônio de crescimento ou IGF-1 (fator de crescimento semelhante)? O que os pesquisadores acadêmicos percebem em grande número, é que este eixo é o mais importante, para se ter uma ideia, 50% da hipófise aproximadamente fábrica somente hormônio de crescimento GH, e os outros 50% fabricam 8 hormônios diferentes.

Pesquisas comportamentais precoces sobre os aspectos psicossociais da baixa estatura mostraram que ela estava associada a estressores psicossociais, como estigmatização (provocação) e juvenilização (ou seja, crianças sendo tratadas como se fossem mais jovens do que são por causa da percepção errônea da idade cronológica). Mais um detalhe relevante está relacionado com o estirão ou surto, pois dependendo do indivíduo independente de gênero podem ocorrer valores de 0 a 3,4,5,8, 11cm ou pouco mais, na verdade quando você confia cegamente no profissional que está cuidando de seus filhos, preste bem a atenção no que está ocorrendo, para que após o fechamento da cartilagem de crescimento (a epífise óssea) não esteja fechando de forma mais rápida do que o esperado, e isso é comum, tendo ou não GH – normal, ou seja (por exemplo, hipopituitarismo, síndrome de Turner ou condrodistrofia e até hipotireoidismo subclínico).

Portanto os gráficos não representam uma realidade absoluta, e as mutações são associação de genética com meio ambiente, ou hábitos de vida, que não são seguros para prognóstico para fins de altura final, e o pior e que tem prazo definido que é a puberdade no fechamento das cartilagens de crescimento, e sem volta. Nessas condições se observar desnível de estatura entre a prole de forma significativa, devem procurar ajuda profissional o mais cedo possível com o objetivo de esclarecer eventuais disfunções. Estudos de pacientes encaminhados consecutivamente, com idades entre 4 e 18 anos (alguns com variantes normais de padrões de crescimento e outros com padrões patológicos, incluindo aqueles com deficiência de hormônio do crescimento), mostraram que pouco mais da metade desses pacientes era provocada regularmente por ser baixa.

A mesma proporção experimentou ser tratada como se fosse menor do que a idade cronológica. Esses estudos clínicos corroboram relatos de longa data de que o baixo está associado ao estresse psicossocial na infância e adolescência. Porém, nem todas as crianças baixas desses estudos compartilharam essas experiências e em nenhum dos estudos os estressores foram relacionados à altura relativa da criança. Um relatório constatou que, antes de iniciar a terapia com hormônio do crescimento, foram relatados mais problemas pelos pais de pacientes baixo com hormônio de crescimento suficiente do que por uma amostra normativa.

A terapia com hormônio do crescimento está sendo cada vez mais usada para tratar jovens que não são deficientes em hormônio do crescimento. As dificuldades psicossociais associadas ao curto prazo parecem ser menos graves do que se supõe e não está claro se o tratamento oferece benefício psicológico. As análises de custo-utilidade da terapia com hormônio do crescimento devem considerar as circunstâncias específicas e o valor que as crianças ou seus pais atribuem à previsão de aumento da altura. As placas de crescimento geralmente fecham perto do final da puberdade. Para as meninas, geralmente é quando elas têm entre 13 e 15 anos; para meninos, é quando eles têm entre 15 e 17 anos. Entretendo esses parâmetros não são matemáticos e podem variar em valores relativamente diferentes, para mais ou para menos principalmente.
NUNCA SE ESQUEÇA QUE NESSA ÁREA TODO E QUALQUER TRATAMENTO É INDIVIDUAL. MAS SEU ENDOCRINOLOGISTA DE CONFIANÇA E EXPERIENTE, PODERÁ COMPLEMENTAR EM CASO DE ALGUNS DETALHES QUE NÃO FOREM CONTEMPLADOS COM ESTE RESUMO INDIVIDUAL DE PESQUISA PROSPECTIVA.
Autores
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologista – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta Verlangieri Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930
AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
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